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segunda-feira, 10 de agosto de 2020

 Atividade de Português – 10 de Agosto (7º ano E/F)

Professora Regiane

Leia:

11 abril 2017

Aos 19 anos, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel acaba de tornar-se a mais jovem Mensageira da Paz da ONU. Nomeada pelo secretário-geral António Guterres, sua função será chamar a atenção do mundo para um problema que afeta milhões de meninas: a falta de acesso à educação. Segundo a Unesco, 16 milhões de meninas nunca terão a chance de frequentar a sala de aula.

Guterres vê Malala como “um símbolo da educação para todos, uma inspiração global e campeã da educação para meninas”. Após a nomeação, na segunda-feira, em Nova York, Malala Yousafzai concedeu entrevista à ONU News. Ouça o áudio (em inglês) e leia a íntegra da conversa:

ONU News: Malala, muito obrigada por falar com a ONU News, e parabéns pela nomeação. Mensageira da Paz da ONU é um título que impressiona. Como você se vê neste papel?

Malala Yousafzai: Estou honrada com a nomeação e para mim significa mais responsabilidade com algo que eu já tinha, que é parte da defesa da educação para meninas: aumentar a conscientização, pedir aos líderes mundiais para investirem mais em educação. E vou continuar fazendo isso, mas como Mensageira da Paz da ONU, terei ainda mais força e vou me manter mais forte, além de ter uma plataforma maior para espalhar minha mensagem.

O.N.: E por falar em ser uma ativista para a educação de meninas, qual foi a maior lição que você aprendeu nesses anos sendo um modelo de referência sobre o assunto?

M.Y.: Tenho lutado pela educação das meninas desde que eu tinha 10 ou 11 anos, quando o terrorismo começou no Vale do Swat, no Paquistão, e as garotas não podiam ir para a escola. Aprendi muito em quase 20 anos de vida, vendo o terrorismo, o extremismo, por ter sofrido um atentado aos 15 anos e agora no palco global lutando pelo direito das meninas à educação. O que aprendi foi que a geração futura precisa de educação, de educação de qualidade. Se a gente quiser ver um futuro brilhante, desenvolvido; se quisermos ter uma vida melhor, precisamos investir na educação para as garotas. Isso é crucial. Não podemos ignorar. Às vezes eu penso: por que será que os líderes mundiais ignoraram o problema por tanto tempo? O que aprendi com minha própria experiência em 19 anos eles ainda não aprenderam em 50, 60 anos ou mais. Então essa é a minha mensagem: garantir que eles percebam que o investimento em educação pode mudar o mundo.

O.N.: Seu pai esteve com você na cerimônia de nomeação e ele foi fundamental para que você frequentasse a escola. O que homens e meninos podem fazer para garantir que meninas e mulheres tenham acesso à educação?

M.Y.: Eu comecei falando sobre o assunto, mas não poderia ter continuado sem o meu pai, sem os meus pais. Haviam tantas outras garotas que queriam se pronunciar sobre a questão, mas seus pais, seus irmãos não permitiam. Então o papel dos homens é crucial, porque se os homens impedirem as mulheres de falarem, elas não conseguem ir para a frente. É importante que os homens permitam às mulheres seguir seus sonhos e conquistá-los. Como meu pai disse, você não precisa fazer algo extra pelas mulheres – apenas não corte suas asas, deixe-as voar. Deixe-as avançar. Os homens precisam ser feministas orgulhosos, defender as mulheres, e quando você empodera as mulheres, você as ajuda e empodera toda a sociedade. Existem benefícios econômicos, sociais... os benefícios são incontáveis.

O.N.: Malala, há anos você defende essa questão da educação para meninas e suas conquistas são incríveis: Nobel da Paz e agora Mensageira da Paz da ONU. Todos sabem da sua história e eu acho que as pessoas pensam que realmente te conhecem. Mas como você mencionou, você só tem 19 anos. Qual seria uma das ideias erradas que as pessoas têm de você?

M.Y.: Muitas vezes, as pessoas pensam que eu sou super alta, mas na verdade eu sou muito, muito baixa e pequena. Eu tenho mais ou menos 1,53m e daí eu uso salto para ficar mais alta, mesmo assim não resolve. Eu sou muito baixa. E a segunda coisa é que as pessoas acham, não sei, que eu sou muito boa nos estudos, mas elas não sabem que eu também tenho momentos difíceis na escola. Eu tenho provas e às vezes eu tiro notas C ou D. Eu também tenho de estudar muito para entrar na faculdade. Eu não estou livre de testes de admissão. Eu tenho que fazer essas provas. Tenho que conseguir três As nos meus exames finais para conseguir entrar na universidade. Então eu passo pelas mesmas coisas que todos os estudantes. Eu sou normal. Prêmio Nobel da Paz e Mensageira da Paz da ONU não te ajudam muito! (risos).

O.N.: Falando sobre educação, você mencionou que precisa estudar como todo mundo. Quais são seus próximos passos em relação a sua própria educação?

M.Y.: No nível universitário, eu quero estudar Filosofia, Política e Economia. Já me candidatei para algumas universidades, mas tudo depende das minhas notas finais, que saem em agosto. Estou trabalhando duro para isso. Depois, não sei que tipo de carreira eu quero ter. Uma coisa que eu tenho certeza é de que meu foco continuará sendo o direito das meninas à educação. Por meio do Fundo Malala, vou continuar inspirando e incentivando mais garotas a falarem sobre o assunto, tentando ampliar as vozes dessas jovens.

O.N.: Malala, falando sobre inspirar pessoas: você vai viajar o mundo como Mensageira da Paz da ONU. Como você pretende inspirar jovens, especialmente aqueles que, pela região onde vivem, sentem que não há esperança, que não existe razão para ir à escola?

M.Y.: Como tenho feito no último ano, visitei vários países como Líbano e Jordânia. Conheci meninas sírias refugiadas; conversei com garotas na Nigéria. E vou continuar fazendo isso nesse cargo de Mensageira da Paz; estarei em países diferentes conhecendo meninas maravilhosas e inspiradoras. Vou fazer questão de dizer que a voz delas é importante; que isso pode mudar o mundo. Eu comecei falando no Vale do Swat e agora vocês podem ver que a voz de uma criança é mais poderosa do que as armas dos terroristas. É isso que elas precisam entender, todas as crianças, que sua opinião é importante para o mundo. E você não precisa esperar crescer, você pode contribuir agora com a mudança.

O.N.: Alguma mensagem final?

M.Y.: Acredite em si mesmo. Mantenha-se confiante, com esperança em relação ao futuro. Coisas ruins vão acontecer, mas se estivermos unidos, seremos mais fortes, podemos fazer o mundo melhor e podemos contribuir para a mudança, então vamos nos manter positivos e com esperança.

Entrevista concedida à Dianne Penn.

Tradução: Leda Letra.

https://news.un.org/pt/story/2017/04/1582761-entrevista-malala-yousafzai


O texto acima é uma entrevista realizada com a ativista Malala Yousafzai em 2017.


1- Pesquise a biografia de Malala e escreva em seu caderno.

2- O que você entendeu desta entrevista e como você se sentiu lendo?


Atividade Prática


Faça uma entrevista com alguém da sua casa. Defina um tema, elabore um roteiro com perguntas e grave um vídeo. Use a criatividade!

Agora façam as atividades 2 e 3 da apostila volume 2 parte 1, páginas 22,23,24 e 25.


Atenção

As fotos das atividades e o vídeo devem ser encaminhados por e-mail

regianecastroalves5@gmail.com

terça-feira, 30 de junho de 2020

Atividade de Português - 7º ano : A//C/D/E/F -  Professoras Eidi, Rita e Regiane  

Leia com atenção o texto abaixo. Depois, responda às questões interpretativas propostas:

Tradições juninas no Brasil

As festas juninas surgiram nos países europeus católicos e eram chamadas de “joaninas”, em homenagem a um santo católico, São João.
Elas foram trazidas para o Brasil no período colonial, pelos portugueses. A princípio, comemorava-se apenas a festa de São João, depois, como os dias de São Pedro e Santo Antônio aconteciam no mesmo mês, foram incorporados às festas juninas.
Com o passar do tempo, as festas juninas foram ganhando características das várias regiões do nosso país. Elas hoje fazem parte do folclore brasileiro, com as fogueiras, bandeirinhas coloridas, barracas de comidas típicas e as danças de quadrilha. São tão populares quanto o carnaval. 
Apesar de todo o Brasil comemorar as festas juninas, é na região Nordeste que elas são mais difundidas. Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco, são cidades famosas por suas festas e concursos de quadrilhas.
O mês de junho é aproveitado também para agradecer aos santos pela colheita farta, principalmente a do milho. Não é à toa que a maioria das comidas típicas das festas juninas são feitas de milho, afinal, junho é mês de colhê-lo em muitas regiões.
Tem opção para todos os gostos: pamonha, curau, milho cozido, canjica (ou mungunzá), cuscuz, pipoca, bolo de milho, broa de milho, bolo de fubá. Outras comidas típicas do período junino são pé de moleque, paçoca, arroz doce e quentão. Eta trem bão!
As roupas para dançar quadrilha são um espetáculo à parte. Os homens, vestidos de camisas xadrez, e as mulheres, de vestidos de chita coloridos e chapéus de palha, retratam um Brasil caipira. Em muitos estados, são promovidos grandes concursos de quadrilha.

Cuidados
Os fogos de artifícios e as bombinhas, que tanto encantam adultos e crianças, devem ser manuseados apenas por pessoas que tenham habilidade. Eles são explosivos, portanto, muito perigosos. Podem causar acidentes, queimaduras graves, amputações e até morte.


Questão 1 – Segundo o texto, as festas juninas surgiram na Europa e eram chamadas de “joaninas”. Por quê?
______________________________________________________________________________

Questão 2 – Na parte “Elas hoje fazem parte do folclore brasileiro [...]”, a palavra “elas” refere-se:
( ) às festas juninas.
( ) às danças de quadrilha.
( ) às barracas de comidas típicas.

Questão 3 – No período “São tão populares quanto o carnaval.”, o autor do texto:
( ) dá um exemplo.
( ) faz uma comparação.
( ) levanta uma hipótese.

Questão 4 – No segmento “[...] é na região Nordeste que elas são mais difundidas.”, o vocábulo destacado desempenha a função de:
( ) explicar uma característica das festas juninas no Nordeste.
( ) intensificar uma característica das festas juninas no Nordeste.
( ) complementar uma característica das festas juninas no Nordeste.

Questão 5 – Na oração “[...] a maioria das comidas típicas das festas juninas são feitas de milho [...]”, o verbo poderia ser empregado no singular. Reescreva-a, fazendo as devidas alterações:
______________________________________________________________________________

Questão 6 – O trecho “Eta trem bão!” é um exemplo da linguagem:
( ) técnica.
( ) regional.
( ) coloquial.

Questão 7 – Sublinhe, a seguir, a expressão que indica uma circunstância de lugar:

Em muitos estados, são promovidos grandes concursos de quadrilha.”

Questão 8 – Na frase “Eles são explosivos, portanto, muito perigosos.”, o termo grifado introduz:
( ) um fato que conclui o anterior.
( ) um fato que explica o anterior.
( ) um fato que contradiz o anterior.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Atividade 7º ano E/F – Português (08/06/2020 até 19/06/2020)

Vamos relembrar:

    1. Linguagem formal

A linguagem formal também é chamada de linguagem culta. Essa linguagem é aplicada quando não existe familiaridade entre os interlocutores da comunicação ou em momentos que requerem mais respeitabilidade.

Características da linguagem formal:
• Segue rigorosamente as regras da gramática;
• Pronúncia clara e correta das palavras;
• Vocabulário rico e vasto.

Momentos onde a linguagem formal é aplicada
• Em discursos públicos ou políticos;
• Em salas de aula, conferências, palestras, seminários;
• Em provas e concursos públicos;
• Em reuniões de trabalho e entrevista de emprego;
• Em documentos oficiais, cartas, requerimentos.

Pessoas com quem devemos usar a linguagem formal
• Superiores hierárquicos;
• Autoridades religiosas, oficiais, políticas;
• Grande público;
• Público desconhecido.


    1. Linguagem informal

A linguagem informal também é classificada de linguagem coloquial. Essa linguagem é aplicada quando os interlocutores são amigos ou familiares e em momentos de descontração.

Características da linguagem informal:
• Não se preocupa com o uso correto das normas gramaticais;
• Utiliza vocabulário simples, expressões populares e coloquialismos;
• Ocorre o uso de gíria, palavrões, palavras inventadas, onomatopeia, gestos;
• Aplicação de palavras abreviadas ou contraídas: cê, pra, tá, tbm, dps, tlg;
• Está sujeita a mudanças regionais, culturais e sociais.

A linguagem informal ocorre em: 
• Conversas do dia a dia;
• Mensagens de celular;
• Redes sociais;
    1. Linguagem formal


A linguagem formal também é chamada de linguagem culta. Essa linguagem é aplicada quando não existe familiaridade entre os interlocutores da comunicação ou em momentos que requerem mais respeitabilidade.

Características da linguagem formal:
• Segue rigorosamente as regras da gramática;
• Pronúncia clara e correta das palavras;
• Vocabulário rico e vasto.

Momentos onde a linguagem formal é aplicada
• Em discursos públicos ou políticos;
• Em salas de aula, conferências, palestras, seminários;
• Em provas e concursos públicos;
• Em reuniões de trabalho e entrevista de emprego;
• Em documentos oficiais, cartas, requerimentos.

Pessoas com quem devemos usar a linguagem formal
• Superiores hierárquicos;
• Autoridades religiosas, oficiais, políticas;
• Grande público;
• Público desconhecido.

A linguagem informal é usada com:
• Familiares;
• Amigos.

Veja a seguir um texto escrito na linguagem formal e informal.
Linguagem formal


Doutor André seguiu até a portaria para encontrar o filho que chegava da aula, enquanto Lidiane, sua esposa, preparava o lanche.

Quando chegaram em casa, André e seu filho encontraram Dona Lidiane na cozinha preparando uma das receitas de família, o famoso bolo de milho cremoso, a qual aprendera com sua avó Carminha.

Linguagem informal


O Doutor André foi até o portão esperá o filho que chegava da aula. Nisso, a Lidiane ficou em casa preparando o jantar.

Quando eles chegarão em casa a Lidiane tava na cozinha preparando a famosa receita da família boa pra caramba o bolo de milho cremoso.

Aquele que ela aprendeu cum a senhora Carminha anos antes da gente se casâ.


Agora que você á se recordou responda:
Apostila: atividade 3 ( páginas 12 e 13)


Intertextualidade:
É quando dois ou mais textos se relacionam. Faça a atividade 4 da apostila (páginas 13, 14 e 15) que se refere a este tema.
Responda:

O que você aprendeu lendo o texto “A mentira e as penas”?
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Após realizar as atividades acima você deve finalizar a apostila concluindo as atividades 5 e 6 (páginas 15 e 16) e responder a Avaliação de Aprendizagem em Processo que você retirou na escola em abril.



As atividades devem ser encaminhas via e-mail para:


No campo assunto deve constar o nome e a série do aluno!
No caso da Avaliação de Aprendizaem em processo você deve enviar uma foto da página do gabarito completa para o e-mail acima.


(atividade extraída de : https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/lingua-portuguesa/linguagem-formal-e-informal e adaptada )

Rita Português 7C

Atividade professora Rita  7 ºC- Acessar o link abaixo


 https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vTJbY9Uyt5tbp5F_eXnDO6jLMuaPgDI_TUtFYnBAN2weve8vLGeJC_hK3qVYymXGA/pub